SÍNDICO PROFISSIONAL, A FUNÇÃO DO FUTURO

São Paulo cresce a cada dia.

De acordo com a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) existem aproximadamente 55.221 condomínios na capital paulista.

Estes estabelecimentos estão divididos entre comerciais e residenciais e abrigam milhões de pessoas. Estima-se que o faturamento anual é de R$ 14 bilhões.

Esse crescimento é uma resposta ao aumento populacional e à expansão imobiliária, aliada à falta de espaço para construções horizontais.

Com a chegada desse "novo tempo", uma modernização estrutural e funcional acaba gerando alterações no modus operandi desses empreendimentos.

Na Europa, por exemplo, os edifícios são auto gerenciáveis e não possuem portaria, zelador ou até mesmo síndico, aonde cada morador ou trabalhador é responsável pelas correspondências, entradas, saídas, atendimentos de visitas, deixando a limpeza dos espaços para empresas especializadas. O atendimento e a segurança são feitos de maneira eletrônica.

No Brasil, a realidade é diferente e ainda possui peculiaridades que tornam distante o sonho de condomínios 100% autônomos.

Um problema muito comum diz respeito ao relacionamento síndico x morador, que é um cargo de responsabilidade e precisa de dedicação e conhecimentos de administração para que uma boa gestão seja realizada.

Síndico Profissional

A contratação de um síndico profissional ainda não é regulamentada, mas está prevista na Lei do Condomínio (Lei nº 4.591/64), na qual consta a contratação de um serviço externo ao prédio dos residentes.

O síndico profissional é uma comodidade para os condomínios, e desempenha um papel de responsabilidade, atendendo as necessidades locais e interesses dos condôminos, com a vantagem de ser imparcial em questões relacionadas às desavenças de moradores e funcionários, uma vez que é um prestador de serviços, um contratado para exercer tal função.

Essa diferença é crucial, já que muitos moradores que se candidatam à vaga não estão preparados para assumir esta responsabilidade.

O síndico deve administrar o condomínio com as mesmas preocupações de uma empresa, como:

  • Controle de gastos;
  • Gerenciamento de ganhos;
  • Folha de pagamentos, segurança;
  • Bem-estar dos condôminos.

Outro ponto importante é o tempo.  Os síndicos moradores nem sempre têm disponibilidade integral para tomar conta dos interesses do condomínio de forma ampla e integral, uma vez que muitos exercem atividade profissional diversa.

Um bom síndico deve ser determinado e imparcial em suas decisões.

Para exercer essa função é extremamente importante possuir as seguintes características profissionais:

  1. Senso de acompanhamento e de urgência;
  2. Organização;
  3. Espírito de liderança;
  4. Cooperação;
  5. Transparência.

Para conhecer um pouco mais desse serviço, entre em contato com um de nossos atendentes.